A catarata é uma das causas mais comuns de perda visual progressiva e afeta principalmente pessoas acima dos 50 anos. No Centro de Oftalmologia Avançada (COA), em Belo Horizonte (MG), o atendimento a pacientes com essa condição é conduzido por médicos experientes, que utilizam tecnologias modernas para diagnóstico e tratamento.
Este conteúdo aborda as principais informações sobre catarata, os sintomas mais frequentes, a importância do diagnóstico precoce e os tratamentos disponíveis, além de apresentar como o COA se tornou referência nesse cuidado ocular na capital mineira.
A catarata é caracterizada pela opacificação gradual do cristalino, lente natural do olho responsável por focar a luz na retina. Com o tempo, essa opacificação reduz a qualidade da visão, dificultando atividades simples do dia a dia, como ler, dirigir, ver televisão ou reconhecer rostos.
Em muitos casos, a progressão é lenta e silenciosa, o que pode adiar a busca por avaliação médica. A doença não provoca dor, coceira nem vermelhidão, o que também contribui para que o problema passe despercebido nas fases iniciais. O diagnóstico é feito por meio de exames oftalmológicos de rotina.
Embora a catarata não represente uma urgência médica em seus estágios iniciais, o diagnóstico precoce permite planejamento cirúrgico adequado e evita prejuízos significativos à qualidade de vida.
Quando não tratada, a catarata pode evoluir para estágios mais avançados, com maior comprometimento visual, aumentando os riscos de acidentes domésticos, quedas e isolamento social.
Além disso, quadros avançados podem dificultar a cirurgia, exigindo abordagens mais complexas. O acompanhamento oftalmológico regular é a principal forma de identificar a doença antes que os sintomas prejudiquem a rotina.
Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas há sinais comuns que indicam a presença da doença:
A catarata senil, forma mais comum da doença, está associada ao envelhecimento natural do organismo e não pode ser evitada completamente.
No entanto, algumas medidas reduzem o risco de progressão ou de surgimento precoce:
Apesar das medidas preventivas, o aparecimento da catarata em algum momento da vida é considerado um processo fisiológico natural para grande parte da população.
Embora a catarata não seja causadora direta de outras doenças oculares, pode dificultar a avaliação de estruturas internas do olho e interferir no diagnóstico de outras condições, como:
Por isso, a remoção da catarata pode ser necessária para monitorar ou tratar doenças associadas. Importante ressaltar que a catarata não causa essas condições, mas pode coexistir com elas ou agravar o quadro clínico quando impede o acompanhamento adequado.
O único tratamento eficaz para a catarata é a remoção cirúrgica do cristalino opaco, com substituição por uma lente intraocular artificial.
A seguir, os métodos mais utilizados:
Técnica moderna, realizada com anestesia local, em que o cristalino é fragmentado por ultrassom e aspirado. A lente artificial é implantada no mesmo ato cirúrgico, sem necessidade de pontos.
Procedimento semelhante à facoemulsificação, mas com etapas automatizadas pelo laser, aumentando a precisão dos cortes e o controle sobre a energia aplicada nos tecidos oculares.
Após avaliação clínica detalhada, o oftalmologista pode indicar lentes com diferentes funcionalidades: monofocais, multifocais, tóricas ou adaptativas, conforme o perfil visual do paciente.
O Centro de Oftalmologia Avançada é referência no diagnóstico, acompanhamento e cirurgia de catarata em Belo Horizonte.
A clínica une corpo clínico experiente, estrutura de excelência e tecnologia de ponta para oferecer um cuidado completo aos pacientes. Com atendimento acolhedor e individualizado, o COA acompanha cada etapa do tratamento com atenção e responsabilidade, respeitando a singularidade de cada caso.
Para quem busca cuidar da própria visão ou da saúde ocular de alguém da família, o COA representa um ambiente de confiança. Agendar uma consulta é o primeiro passo para avaliar a condição visual e iniciar o acompanhamento necessário com profissionais altamente capacitados.
Sim, quando não tratada, a catarata pode evoluir e levar à perda significativa da visão. No entanto, o quadro costuma ser reversível após a cirurgia.
A condição é tratável por meio da cirurgia. O procedimento remove o cristalino opaco e restaura a qualidade visual na maioria dos casos.
Não. Até o momento, não há comprovação científica de que colírios revertam ou interrompam a progressão da doença.
Sim. A cirurgia é considerada segura e amplamente realizada, com altos índices de sucesso quando feita por equipe especializada.
O cristalino não se regenera. No entanto, pode ocorrer opacificação da cápsula posterior, tratada com aplicação de laser.
Na maioria dos casos, utiliza-se anestesia local associada à sedação leve. Anestesia geral é reservada a casos específicos.
Sim. O oftalmologista orienta a escolha com base nas características clínicas, estilo de vida e expectativas visuais do paciente.
Não. O procedimento é indolor graças à anestesia e às técnicas minimamente invasivas.
O tempo médio de recuperação visual varia de alguns dias a algumas semanas, com melhora progressiva.
Depende da lente implantada. Pacientes com lentes monofocais podem precisar de óculos para leitura.
Em geral, sim. Mas a progressão pode ser diferente entre os olhos. A cirurgia costuma ser feita em um olho por vez.
Sim. A catarata congênita pode ocorrer em recém-nascidos e deve ser avaliada com urgência por um oftalmopediatra.