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Dmri: atendimento especializado no COA em Belo Horizonte (MG)

A DMRI, sigla para Degeneração Macular Relacionada à Idade, é uma das principais causas de perda de visão central em pessoas com mais de 60 anos. 

No Centro de Oftalmologia Avançada (COA), em Belo Horizonte (MG), essa condição é acompanhada com tecnologia, precisão diagnóstica e equipe médica especializada.

Este conteúdo aborda os principais aspectos da doença: como ela afeta a rotina, a importância do diagnóstico precoce, os sintomas mais comuns, formas de prevenção, doenças associadas e os tratamentos disponíveis.

Imagem ilustrativa

Aspectos da DMRI

A DMRI é uma doença ocular que compromete a mácula, a região central da retina responsável pela nitidez da visão. Ao afetar essa estrutura, impacta diretamente atividades como leitura, reconhecimento de rostos e tarefas que exigem detalhes visuais. 

Trata-se de uma condição crônica, progressiva e silenciosa no início, que pode levar à perda significativa da visão central se não for identificada e acompanhada adequadamente.

Existem duas formas principais da doença: a forma seca, mais comum e de evolução lenta, e a forma úmida, que progride rapidamente e pode causar danos severos. Apesar de não haver cura definitiva, o acompanhamento oftalmológico contínuo permite frear sua progressão e melhorar a qualidade de vida da pessoa afetada.

O papel do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce da dmri permite iniciar o acompanhamento clínico o quanto antes, o que pode contribuir para preservar por mais tempo a função visual. 

A detecção inicial também facilita a adoção de estratégias personalizadas para monitoramento e, quando necessário, tratamento. 

Exames como a tomografia de coerência óptica (OCT) e a angiografia de retina são recursos fundamentais nesse processo, permitindo visualizar as alterações na mácula e orientar condutas específicas de forma segura.

Sintomas mais comuns

Os sintomas da DMRI podem surgir de forma discreta e se intensificam com o tempo. Os mais observados são:

  • Distorção das linhas retas, que passam a parecer onduladas.
  • Dificuldade para enxergar detalhes, mesmo com óculos atualizados.
  • Redução da nitidez da visão central.
  • Necessidade de iluminação mais intensa para leitura.
  • Presença de uma mancha escura ou embaçada no centro da visão.

Esses sinais merecem atenção, especialmente quando associados ao envelhecimento. A consulta com o oftalmologista deve ser agendada tão logo algum desses sintomas seja notado.

Formas de prevenção

A DMRI tem relação direta com o envelhecimento, mas alguns hábitos e cuidados podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver a doença ou amenizar sua progressão. Entre os principais estão:

  • Manutenção de uma alimentação rica em vegetais de folhas verdes, frutas e peixes.
  • Não fumar. O tabagismo é um fator de risco conhecido para a forma úmida da doença.
  • Uso de óculos com proteção contra radiação ultravioleta.
  • Controle de doenças sistêmicas como hipertensão arterial e dislipidemia.
  • Realização de exames oftalmológicos periódicos, especialmente após os 55 anos.

Embora essas ações não eliminem completamente o risco, contribuem para um envelhecimento ocular mais saudável.

Doenças oculares relacionadas

Atualmente, não há evidências científicas de que a dmri esteja diretamente relacionada a outras doenças oculares no sentido de causar ou ser causada por elas. Contudo, é comum que o paciente com degeneração macular também apresente outras condições associadas ao envelhecimento, como catarata, presbiopia e glaucoma. 

Essas situações coexistem com a DMRI, mas não derivam dela. O acompanhamento oftalmológico deve considerar o quadro geral da saúde ocular do paciente, a fim de tratar cada condição de forma integrada.

Principais tratamentos

O tratamento da DMRI depende do tipo e estágio da doença. A forma seca, mais frequente, pode ser monitorada e tratada com medidas de suporte. Já a forma úmida exige intervenção ativa. A seguir, os principais tratamentos:

Suplementação com vitaminas e antioxidantes

Indicada especialmente para casos de DMRI seca, a suplementação é baseada em fórmulas específicas que podem retardar a progressão da doença. A prescrição deve ser feita por oftalmologista após avaliação criteriosa.

Injeções intravítreas

São utilizadas no tratamento da forma úmida da DMRI. Aplicadas diretamente no interior do olho, essas medicações bloqueiam a formação de vasos anômalos na retina e ajudam a estabilizar ou melhorar a visão. O procedimento é ambulatorial e costuma ser bem tolerado.

Reabilitação visual

Nos casos em que há perda visual significativa, a reabilitação com o uso de recursos ópticos e treinamentos pode auxiliar o paciente a adaptar sua rotina, promovendo maior independência e conforto.

COA: diagnóstico e tratamento de excelência

O Centro de Oftalmologia Avançada (COA) é referência no acompanhamento de pacientes com DMRI em Belo Horizonte (MG). 

A clínica conta com uma equipe médica experiente, equipamentos de alta precisão e estrutura completa para diagnóstico, tratamento e acompanhamento contínuo da condição. A atuação conjunta de profissionais especializados permite uma abordagem individualizada, segura e baseada nas melhores práticas da oftalmologia moderna.

A recomendação é que, ao menor sinal de alteração na visão, a pessoa agende uma avaliação. O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no cuidado ocular. Agende sua consulta.

FAQ – dúvidas frequentes
sobre DMRI

O que significa a sigla DMRI?

Refere-se à Degeneração Macular Relacionada à Idade, uma condição ocular que afeta a mácula, região responsável pela visão central.

A DMRI pode causar cegueira total?

A DMRI compromete principalmente a visão central. A visão periférica costuma ser preservada, mesmo nos casos mais avançados.

Como a DMRI afeta o dia a dia?

Dificulta atividades como leitura, escrita, reconhecimento de rostos e tarefas que exigem visão detalhada, como costura ou direção.

Quais são os tipos de DMRI?

Há duas formas principais: seca, mais comum e de evolução lenta; úmida, menos frequente e de progressão mais rápida.

Existe cura para a DMRI?

A DMRI não tem cura definitiva. No entanto, há tratamentos que ajudam a conter sua progressão e preservar a visão por mais tempo.

Quem tem mais risco de desenvolver DMRI?

Pessoas com mais de 60 anos, fumantes, com histórico familiar da doença ou hábitos alimentares pobres em antioxidantes têm maior risco.

Quais exames detectam a DMRI?

A tomografia de coerência óptica (OCT) e a angiografia de retina são os principais exames utilizados no diagnóstico e acompanhamento.

A DMRI dói?

Não. Trata-se de uma doença silenciosa que não provoca dor, o que pode atrasar a busca por avaliação oftalmológica.

Usar óculos evita a DMRI?

Óculos com proteção UV podem ajudar na prevenção. Contudo, os óculos em si não impedem o desenvolvimento da doença.

Quem tem DMRI pode operar catarata?

Sim, a cirurgia de catarata é possível em pacientes com dmri, mas o resultado visual pode depender do estágio da degeneração macular.

A alimentação influencia na DMRI?

Sim. Dietas ricas em antioxidantes, ômega 3 e vegetais de folhas verdes estão associadas a menor risco de progressão da doença.

É possível viver bem com DMRI?

Com acompanhamento regular, uso de recursos ópticos e apoio especializado, é possível manter qualidade de vida e autonomia.