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Glaucoma: atenção constante à saúde ocular no COA em Belo Horizonte

O glaucoma é uma das principais causas de perda de visão no mundo e representa um desafio silencioso à saúde ocular. 

No Centro de Oftalmologia Avançada (COA), em Belo Horizonte, essa condição recebe atenção especializada, desde o diagnóstico até o acompanhamento a longo prazo.

Este conteúdo apresenta os aspectos mais relevantes sobre o glaucoma, seus sintomas, formas de prevenção, doenças relacionadas, opções terapêuticas e os diferenciais da clínica no cuidado com essa enfermidade.

Imagem ilustrativa

Aspectos do glaucoma

O glaucoma é uma doença ocular crônica, geralmente associada ao aumento da pressão intraocular, que compromete progressivamente o nervo óptico. 

Com o tempo, essa agressão ao nervo pode causar perda visual irreversível, afetando o campo de visão lateral de forma quase imperceptível nas fases iniciais. Justamente por isso, muitos pacientes descobrem a condição já em estágios avançados, quando a visão central começa a ser comprometida.

É uma enfermidade que impacta diretamente o cotidiano das pessoas, podendo limitar atividades que exigem visão periférica, como dirigir, atravessar a rua com segurança ou praticar esportes. Em alguns casos, a visão noturna também pode ser prejudicada.

O papel do diagnóstico precoce

Por ser uma doença de evolução lenta e assintomática na maioria das vezes, o glaucoma costuma ser identificado tardiamente. Esse fator contribui para a alta prevalência de perda visual em pacientes que poderiam ter mantido a visão estável com o tratamento adequado.

Consultas oftalmológicas regulares permitem o rastreamento da pressão intraocular, avaliação do nervo óptico e realização de exames complementares. 

A detecção precoce viabiliza o início imediato do tratamento, o que reduz consideravelmente o risco de evolução do quadro para a cegueira.

Sintomas mais comuns

Embora seja silencioso em grande parte dos casos, o glaucoma pode apresentar sintomas em algumas situações. É importante estar atento a:

  • Alteração gradual da visão lateral.
  • Dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz.
  • Dores oculares intensas em crises agudas (em casos de glaucoma de ângulo fechado).
  • Olhos vermelhos e náuseas, acompanhados de dor ocular intensa.
  • Visão turva ou presença de halos coloridos ao redor das luzes.

Em qualquer sinal de alteração visual, a avaliação com oftalmologista deve ser feita sem demora.

Formas de prevenção

A prevenção do glaucoma está associada, principalmente, ao diagnóstico precoce e ao controle de fatores de risco. Medidas importantes incluem:

  • Realização de consultas periódicas com oftalmologista, especialmente após os 40 anos de idade.
  • Controle de doenças sistêmicas como diabetes e hipertensão arterial.
  • Histórico familiar bem documentado, pois o glaucoma possui fator hereditário relevante.
  • Atenção ao uso prolongado de corticosteroides sem orientação médica, que pode elevar a pressão intraocular.

Atualmente, não há vacina, suplemento ou método alternativo validado para prevenir o glaucoma de forma independente. O acompanhamento oftalmológico é o principal recurso de prevenção eficaz.

Doenças oculares relacionadas

O glaucoma pode surgir de forma primária, sem causa definida, ou ser secundário a outras condições. Entre as doenças com possível relação estão:

  • Uveíte: inflamação intraocular que pode aumentar a pressão ocular.
  • Trauma ocular: lesões podem comprometer a drenagem do humor aquoso, elevando a pressão interna.
  • Catarata avançada: em algumas situações, pode provocar aumento da pressão intraocular.
  • Descolamento de retina: em casos específicos, pode desencadear glaucoma secundário.

Quando não há associação direta, o oftalmologista avalia o quadro individualmente, orientando sobre os riscos e condutas apropriadas.

Principais tratamentos

O tratamento do glaucoma visa controlar a pressão intraocular para evitar a progressão da perda visual. A escolha terapêutica varia de acordo com o tipo e estágio da doença. A seguir, algumas das abordagens:

Colírios hipotensores

São a primeira linha de tratamento na maioria dos casos. Atuam reduzindo a produção ou facilitando a drenagem do humor aquoso, contribuindo para o equilíbrio da pressão ocular.

Trabeculoplastia seletiva

Indicado principalmente para glaucoma de ângulo aberto, o procedimento amplia a drenagem do líquido intraocular. Pode ser realizado em consultório, com recuperação rápida.

Cirurgia filtrante (trabeculectomia)

Opção para casos em que os colírios e o laser não são suficientes. Consiste na criação de uma nova via de drenagem para o humor aquoso, reduzindo a pressão intraocular.

Implante de válvulas

Utilizado em glaucomas mais complexos, principalmente secundários ou refratários ao tratamento convencional. Controla a pressão por meio de um dispositivo implantado no olho.

Minicirurgias (MIGS)

Procedimentos minimamente invasivos que oferecem boa resposta em casos selecionados. Tendem a apresentar recuperação mais rápida e menores complicações.

COA: diagnóstico e tratamento de excelência

O Centro de Oftalmologia Avançada (COA), localizado em Belo Horizonte, é uma das principais referências no diagnóstico e no tratamento do glaucoma em Minas Gerais. 

A clínica conta com oftalmologistas experientes na área de glaucoma, estrutura moderna e equipamentos de última geração para a realização de exames como mapeamento de retina, OCT e campo visual. Seja para diagnóstico, tratamento contínuo ou segunda opinião, o COA oferece suporte integral em todas as etapas.

Agende uma consulta e conte com o COA para cuidar da sua saúde ocular ou da visão de alguém da sua família.

FAQ – dúvidas frequentes
sobre glaucoma

Quais são os principais sintomas do glaucoma?

O glaucoma pode evoluir sem sintomas no início, mas pode causar perda gradual da visão lateral, dor ocular e halos ao redor das luzes.

Glaucoma tem cura?

Não há cura definitiva, mas o tratamento pode controlar a doença e impedir a progressão da perda visual.

Como saber se estou com glaucoma?

Somente exames oftalmológicos podem confirmar a presença da doença, especialmente a tonometria e a avaliação do nervo óptico.

Existe exame específico para detectar o glaucoma?

Sim. Exames como tonometria, gonioscopia, campimetria visual e OCT são fundamentais para o diagnóstico.

Glaucoma é hereditário?

Sim. Pessoas com histórico familiar devem iniciar o acompanhamento oftalmológico mais cedo.

O uso de colírios é para a vida toda?

Na maioria dos casos, sim. A interrupção do uso sem orientação médica pode causar piora do quadro.

Laser resolve o glaucoma?

O laser pode ser eficaz em determinados tipos da doença, mas nem sempre dispensa o uso de colírios ou cirurgia.

Cirurgia de glaucoma dói?

Não. Os procedimentos são realizados com anestesia local e o desconforto no pós-operatório costuma ser leve.

Glaucoma pode causar cegueira?

Sim. Se não tratado adequadamente, pode levar à perda irreversível da visão.

Há como prevenir o glaucoma?

Não existe prevenção absoluta, mas o diagnóstico precoce impede a progressão da doença.

Toda pressão alta no olho é glaucoma?

Não. A hipertensão ocular pode ser um fator de risco, mas nem sempre leva à doença.

O que é campimetria visual?

É um exame que avalia o campo de visão e ajuda a detectar alterações provocadas pelo glaucoma.